Coronavírus: informações úteis para a sua proteção

Nós da Yamá Cosméticos, comprometidos com as medidas preventivas para conter o coronavírus, reunimos aqui informações úteis e confiáveis para informar a todos (de maneira clara e simples) o que é essencial saber sobre o vírus e suas formas de contágio.

Segue abaixo um resumo do que se sabe sobre esta nova doença até o momento, considerando seus sintomas, formas de contágio e de prevenção.

Início

A doença, também denominada como COVID-19, teve início na China em dezembro de 2019 e, por causa de sua capacidade rápida de expansão, já está presente em mais de 100 países em todos os continentes. Por este motivo, foi decretado na quarta-feira passada estado de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No entanto, há medidas simples que evitam o contágio da doença e seguí-las à risca será crucial para reduzir a velocidade com que o vírus se espalha. Caso contrário, hospitais e UTIs ficarão superlotados e sem vagas para quem mais precisa.

Sendo assim, o esforço individual de cada um será imprescindível para conseguirmos conter o avanço do coronavírus e evitar o contágio em massa da população.

Sintomas

Segundo dados disponíveis até o momento, a maior parte das pessoas desenvolvem sintomas a partir do 5º dia de contágio. São eles:

  • dor de cabeça
  • dor muscular
  • febre
  • tosse
  • dificuldade de respirar
  • cansaço
    *No entanto, nem todos os sintomas aparecerem.

A maioria das pessoas (cerca de 80%) desenvolve sintomas leves e algumas nem chegam a apresentá-los, mas mesmo assim são transmissoras do vírus. Por isso evitar aglomerações é uma das medidas fundamentais durante esse momento.

Os casos de sintomas leves devem ser tratado como uma gripe comum, com repouso, boa alimentação e muita ingestão de líquidos. Ir a um hospital, nesses casos, seria uma exposição desnecessária a outros vírus do ambiente hospitalar, além de comprometer os leitos destinados aos casos mais vulneráveis (idosos acima de 60 anos, diabéticos, hipertensos, pessoas com insuficiência renal crônica e doença respiratório crônica).

Contágio e medidas preventivas

Assim como a gripe, o coronavírus é transmitido por secreções (saliva e catarro) e gotículas de água que são expelidas quando a gente fala, tosse ou espirra.

A pessoa se infecta ao inalar essas gotículas ou tocar uma superfície contaminada pelo vírus, e depois levar a mão aos olhos, à boca ou ao nariz. Por isso, a única maneira de evitar o vírus é não ter contato com ele, lavando as mãos com frequência e evitando aglomerações.

Justamente por esse motivo, quem apresenta sintomas leves deve se manter em casa para evitar a transmissão em ambientes de uso coletivo. Ser consciente desse risco em relação aos demais irá salvar muitas vidas, principalmente dos mais vulneráveis.

Não tem fórmula mágica que resolva, por isso fique atento às fakes news espalhadas pelas redes sociais: água quente, chá, vinagre, luz solar, entre outras, nada disso mata o coronavírus. Por isso, sempre busque fontes confiáveis para obter mais informações a respeito do vírus.

Mais do que descrever, visualizar os cuidados a serem tomados pode ser mais didático e eficaz, por isso compartilhamos abaixo o infográfico divulgado pela OMS e pelo Instituto Emílio Ribas de SP:

O uso do álcool em gel é apenas um recurso paliativo para quando estivermos na rua, porque a maneira mais eficaz é lavar bem as mãos com água e sabão.

Além disso, a lavagem das mãos deve ser um pouco mais demorada (cerca de 30 segundos) e detalhada para eliminar qualquer risco. Na página do jornal Estadão há um vídeo em detalhes com a maneira certa de lavar as mãos segundo a Organização Mundial da Saúde:

https://www.estadao.com.br/infograficos/brasil,contra-o-coronavirus-aprenda-a-lavar-as-maos,1079550

As máscaras por sua vez, devem ser usadas apenas por aqueles com suspeita do vírus ou sintomas claros. Isto porque usar a máscara pode levar a pessoa a ter que ajustá-la com frequência tocando no rosto muitas vezes ao longo do dia, o que não é recomendado.

Além disso, quem mais precisa como os profissionais da saúde, os infectados e os mais vulneráveis à doença devem ter prioridade em adquiri-las.

Ibuprofeno deve ser evitado

Recentemente e, baseado em estudo publicado na revista científica Lancet, o ministro da Saúde da França alertou sobre a possibilidade de agravamento da doença associado à medicamentos que contenham essa substância.

Isso porque, segundo o estudo, ela pode aumentar o receptor que facilita a entrada do vírus nas células, agravando a doença e dificultando a possibilidade de recuperação do organismo.

E outros medicamentos também podem ter o mesmo comportamento diante do vírus, por isso não tome medicamentos sem a prescrição ou orientação de um médico.

Abaixo estão os links das fontes consultadas e nelas você poderá se aprofundar mais sobre o assunto:

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51673933
https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,coronavirus-saiba-como-se-proteger-e-o-que-fazer-em-caso-de-viagens-ao-exterior,70003231210
https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/as-10-coisas-mais-importantes-que-voce-precisa-saber-sobre-o-novo-coronavirus/
https://www.lemonde.fr/societe/article/2020/03/14/face-au-coronavirus-le-ministre-de-la-sante-recommande-de-ne-pas-prendre-d-ibuprofene_6033095_3224.html

Vale lembrar que o distanciamento social nesse momento é umas das medidas mais eficazes para protegermos nossos amigos e parentes mais vulneráveis. Por isso, siga essa e as demais recomendações com a seriedade que assunto exige.

Quanto mais cedo nos distanciarmos, mais rápido ficaremos perto de quem a gente ama. E não se esqueça, que a nossa e a saúde de todos está em nossas mãos.


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